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Uma enorme furna penetrando nas entranhas da terra, Os campos de vinhedos por entre os muros de pedra negra. A silhueta branca de um moinho
recortando-se no azul do céu. A tranquilidade de uma vida quase separada do mundo, que acompanha o ritmo das estações. É este o universo da pequena ilha da Graciosa, que o mar emoldura de espuma branca. Onde cada dia de férias é uma pausa revigorante, o reencontro da serenidade.
Das vinhas em "currais" a um tesouro de arte.
Percorrer a Graciosa é passear por entre o xadrez verde das videiras debruadas pelas paredes de lava dos 'currais'. Subir a montes arredondados que são miradouros extasiantes.
Admirar a vegetação frondosa da Caldeira, onde a Fuma do Enxofre permite penetrar no interior de um extinto vulcão, com uma misteriosa lagoa subterrânea. Descobrir, ao longo da costa, profundas baías, pequenos ilhéus que fazem sonhar.
As ruas de casas brancas da vila de Santa Cruz recuam o tempo cem ou duzentos anos. E na sua igreja matriz
guardam-se painéis quinhentistas, valiosas obras da pintura portuguesa.

As férias na Graciosa são simples, saudáveis, tranquilas. Ao partir
fica-se com a sensação de deixar um mundo onde se pode esquecer o
tempo.
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Onde há vinhas há
vinho.
Os brancos e tintos da Graciosa acompanham bem os pratos de fresco peixe e marisco e de carne da culinária local. Para oompletar a refeição nada melhor do que a doçaria tradicional e um copo de aguardente destilada em velhos alambiques de cobre.

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